Com o avançar do defeso
os plantéis começam a fechar e o tempo para entradas e saídas de
jogadores a ficar mais curto. Alguns indesejados continuam sem
colocação e abrem a oportunidade a bons negócios para quem ainda
quer investir.
No Porto o caso Rolando é
de prioritária resolução. Após ter sido capitão dos dragões, o
internacional português foi perdendo espaço no plantel e foi
colocado no Napoli durante a época passada. O clube italiano não
exerceu opção de compra e Rolando está de volta ao Porto. Não tem
espaço no plantel e com 27 anos procura uma solução para continuar
a carreira no estrangeiro.
O Sporting tem em Bruma o
caso mais bicudo do plantel actual. Um jogador cheio de mercado e
margem de progressão, não quer continuar no Sporting e,
aparentemente, não está interessado em dar dinheiro ao clube. Com
apenas mais um ano de contrato o estrangeiro deverá ser uma solução
imediata para o jogador. O Sporting tem ainda outros jogadores que
quer colocar com vista a reduzir o plantel e os custos inerentes ao
mesmo. Entre esses jogadores estão o espanhol Jeffrén que aufere um
salário demasiado elevado bem como Viola e Labyad, em situações
semelhantes. Com maior gravidade o caso do marroquino que já revelou
não querer baixar o seu vencimento independentemente do clube onde
seja colocado. Rui Patrício pode também estar de saída por razões
diferentes, apesar de ser indispensável do plantel leonino pode ser
um beom negócio para o clube, deixando as finanças para a época
mais tranquilas.
No Benfica o caso que tem
feito correr tinta chama-se Óscar Cardozo, o paraguaio é falado
para sair do clube ano após ano, e, com a situação vivida no final
da época passada, estará mesmo de saída. O Benfica está longe de
conseguir um grande negócio e isso tem dificultado a saída do
jogador mas a porta da rua está à vista de Cardozo. Também na
defesa o Benfica necessita vender um central. As entradas de
Mitrovic, Steven Vitória e Lizando López deixam os encarnados com
seis opções para o eixo da defesa e a saída de Jardel e Garay são
as mais cotadas. O Argentino tem mercado em vários colossos europeus
e o brasileiro, apesar de não ter propostas, não foi um grande
investimento para os encarnados.
Um pouco por toda a
Europa os casos de colocações forçadas e oportunidades de negócio
estão a surgir. Para os mais atentos os plantéis poderão ser
fechados com soluções bastante vantajosas.
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